Quando se está fora tanto tempo, mais tempo do que nunca se quis, torna-se algo complicado encontrar aquilo que se possa entender como o momento adequado para reaparecer, seja lá o sentido que isso possa aqui ter.Certo é que desde ontem, depois de ter ido prestar uma última homenagem a um colega falecido devido à chamada "doença prolongada", tenho andado a pensar nesta frase proferida pelo Padre que conduziu a cerimónia religiosa, pois ela encerra em si mesma a obrigação nem sempre fácil para um ser humano de tentar sopesar de forma honesta aquilo que tem sido e o que quer que seja o seu percurso de vida ... o EU que interage com os OUTROS... que VIVE ...
A MORTE É UMA PROVOCAÇÃO !
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